O Brasil contabiliza 665 casos de Mpox em 2026, conforme dados do Ministério da Saúde divulgados em 3 de novembro. O número acende alerta em algumas regiões, sobretudo no Rio de Janeiro, que responde por 269 confirmações desde janeiro.
No Distrito Federal, um homem de 32 anos, morador do Guará, foi o 13º caso do ano. Ele começou com febre, dores no corpo e dor de garganta em 26 de outubro, sintomas que foram tratados inicialmente como amigdalite. Depois, surgiram lesões em mãos, pés, costas, peito, cabeça e rosto, com diagnóstico confirmado na segunda-feira (2).
A transmissão do vírus MPXV ocorre por contato próximo com pessoas infectadas, lesões, mucosas e fluidos corporais, além de relações sexuais e compartilhamento de objetos contaminados. Os sintomas incluem febre, dores musculares, cansaço e ínguas, com lesões que evoluem para bolhas e crostas.
O tratamento é voltado ao alívio dos sintomas, e a vacina segue para grupos prioritários, como imunossuprimidos e profissionais de laboratório. Diante do avanço, o Ministério da Saúde reforçou o envio de doses ao Rio de Janeiro, principalmente para o período de festas de fim de ano.
Mesmo com o crescimento, os números de 2026 ficam abaixo do surto de 2022, quando foram registrados 10.821 casos. Em 2025, foram 1.079 infecções e duas mortes. Autoridades pedem que quem tiver sintomas procure atendimento e evite contato físico até avaliação médica.






